terça-feira, 8 de setembro de 2015

08 de setembro é o: Dia Mundial da Alfabetização


Alfabetizar Alfabetizar é acender uma luz que jamais será apagada.  
É iluminar um futuro próximo e também distante. 
É deixar uma marca útil que se eternizará.  
Alfabetizar é mais uma forma de amar. 
(Augusta Schimidt)








Em 08 de setembro celebramos o "Dia Mundial da Alfabetização".

"A data foi instituída pela ONU (Organização das Nações Unidas) e pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) no ano de 1967 com o objetivo de discutir questões relacionadas com a alfabetização em todo o mundo, bem como fomentá-la em vários países. Infelizmente, os índices de analfabetismo ainda são altos, especialmente nos países cujo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) ainda está abaixo do tolerável. Por esse e outros motivos, o Dia da Alfabetização torna-se ainda mais relevante, já que propõe a discussão sobre esse problema e as possíveis alternativas para solucioná-lo. O Índice de Desenvolvimento Humano está intrinsecamente relacionado com a alfabetização e com o letramento. Quanto maior o acesso ao conhecimento e à cultura letrada, maiores são as chances de o indivíduo conseguir um bom emprego e, por consequência, ganhar um salário que atenda suas necessidades (incluindo acesso à cultura e ao lazer). Alfabetizar crianças e também adultos altera significamente os rumos de um país, e é por isso que os esforços para erradicar o analfabetismo têm sido constantes. Os resultados de diversas políticas governamentais já têm sido notados. De acordo com relatório recente da ONU, cerca de 84% da população mundial já pode ser considerada alfabetizada."

Fonte: http://www.mundoeducacao.com/datas-comemorativas/dia-mundial-alfabetizacao.htm ( acesso, 08/09/2015 ) 



Eu já trabalharei com a EJA ( Educação de Jovens e Adultos ) e posso afirmar que é muito gratificante participar do processo de alfabetização de senhores, senhoras e dos jovens. 

Eu trabalhei também com a Educação Infantil, eu alfabetizei muitas crianças que hoje são jovens e adultas. 

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

"Pédagogie, sciences de l'éducation : débouchés les plus courants"


"Pédagogie, sciences de l'éducation : débouchés les plus courants"



http://www.berufsberatung.ch/dyn/13408.aspx?id_branch=286

Master : M1 e M2 - France















segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Master MEEF -Les Métiers de l'Enseignement, de l'Éducation et de la Formation - ( Premier degré )

Master M2 - Référence 30001 - 9858

Master MEEF -Les Métiers de l'Enseignement, de l'Éducation et de la Formation  - Premier degré 


Université Bordeaux Montaigne 
ESPE - École Supérieure du Professorat de l'Education ( antenne de Bordeaux Cauderan ) 
http://www.espe-aquitaine.fr/sites/default/files/sites/default/files/guide_etudes_sept_2014.pdf






M2 



http://www.espe.univ-nantes.fr/servlet/com.univ.collaboratif.utils.LectureFichiergw?ID_FICHIER=2409913




MEEF - Les Métiers de l'Enseignement, de l'Éducation et de la Formation

( Master M2 - Référence: 30001 - 9858 -  Master: MEEF 
http://www.espe.univ-nantes.fr/servlet/com.univ.collaboratif.utils.LectureFichiergw?ID_FICHIER=2409913



Qu'est-ce que le master MEEF ?

MEEF - Les Métiers de l'Enseignement, de l'Éducation et de la Formation 

La formation du master MEEF

- enseignants des premier  et second degrés ;
- maîtres formateurs ;
- inspecteurs et chefs d’établissements ;
- responsables de formation scolaire du second degré.



Le master MEEF est préparé dans une ESPE

Les ESPE forment à des masters Métiers de l’enseignement, de l’éducation et de la formation (MEEF) dans le cadre d’un cursus de deux années d’études post-licence. La formation repose sur un équilibre entre enseignements, stages et périodes d’alternance. Ces formations intégrent une ouverture sur l'international et la recherche. 




Quelles sont les différentes mentions du master MEEF ?
Le master MEEF se décline en 4 mentions différentes formant chacune à une profession, voire à plusieurs: 

Master MEEF 1er degré (professeurs des écoles)

Master MEEF 2nd degré (les enseignants du secondaire : professeurs en collège et lycée général, professionnel ou technologique dans une ou plusieurs disciplines et les professeurs-documentalistes)

Master MEEF encadrement éducatif (conseiller principal d'éducation)

Master MEEF pratiques et ingénierie de la formation (Les métiers de la formation dans les domaines de l’ingénierie de la formation et la formation de formateurs : formateur de formateurs ou de professionnels (formation initiale ou continue), responsable et coordinateur pédagogique, consultant en formation, chefs de projets, animateurs territoriaux, etc.)


Fonte: http://www.enseignementsup-recherche.gouv.fr/cid67107/tout-comprendre-du-master-meef-et-des-concours-enseignant-la-f.a.q.html#q1


Master MEEF -Les Métiers de l'Enseignement, de l'Éducation et de la Formation  - ( Premier degré


Master - M1


http://www.espe.univ-nantes.fr/servlet/com.univ.collaboratif.utils.LectureFichiergw?ID_FICHIER=2409913




Master M2 





http://www.espe.univ-nantes.fr/servlet/com.univ.collaboratif.utils.LectureFichiergw?ID_FICHIER=2409913





Ecologia Humana

Ecologia Humana





A ecologia tradicional, ao se preocupar tanto com os aspectos físicos e bioquímicos da natureza, solidificando uma ecologia dos bichos e outra ecologia das plantas, deixou de fora um grupo-chave para o entendimento das dinâmicas dos ecossistemas: a espécie humana, objeto-sujeito da ecologia humana. Mas se trata ainda de uma área do conhecimento pouco conhecida no mundo, particularmente, nos muros acadêmicos. Alvim (2012:15) nos diz que a ecologia humana pode ser compreendida como “uma ciência que estuda as relações humanas, individuais e coletivas com seu entorno, tornando-se um grande instrumento de reflexão e mudança de paradigma em prol da vida”. A ecologia humana é uma ecologia que coloca gente nos ecossistemas, e estudo suas relações e consequências. Dr. Juracy Marques
Fonte:  https://sites.google.com/a/nectas.org/ii-seminario-internacional-de-ecologia-humana/o-que-e-ecologia-humana



Desde os escritos de Thomas Malthus, no início dos anos 1800, a humanidade tem se preocupado com a finitude dos recursos naturais, estando o desabastecimento e a incapacidade de suprir as necessidades da população dentre as grandes preocupações do homem. O destino do planeta terra rumo ao esgotamento é tema recorrente em diversas ciências. O resultado prático destas discussões, entretanto, se resume a posições das mais variadas, ainda sem comprovação empírica que possibilite uma linha de ação com capacidade de reversão de uma esperada catástrofe.
Fonte: http://www.uff.br/revistavitas/images/Artigo_Carlos_Roberto_Batista_-2013_-O_caminho_da_ecologia_humana_Revis._Prof._Selene_1.pdf





   (  Master M1 ) 




sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Supernanny e seus conselhos que são desaconselhados por Alfie Kohn

O livro Unconditional Parenting do autor Alfie Kohn que é estudioso e pesquisador da Educação,  questiona os aspectos não positivos do programa Supernnay inglês que serviu de padrão para os programas Supernnay's em vários países. Kohn em seu livro orienta como educar os filhos de forma mais respeitosa e diminuir os conflitos sem utilizar controle e violência na forma de castigo. 


Alguns trechos traduzidos do livro: "Unconditional Parenting" de Alfie Kohn.


Ditadores adoram rebeliões. A desordem oferece uma desculpa perfeita para revogar liberdades de forma a restaurar a calma. Afinal de contas, existe apenas duas escolhas: caos e controle.  Os criadores da Supernanny e da Nanny 911 entenderam bem essa fórmula. A cada semana eles apontam suas câmeras para lares disfuncionais nos quais as crianças parecem enlouquecidas e os pais prontos para enlouquecer também. Há choros, gritos e agressões…inclusive partindo das crianças. Mas espere. Quem vem lá? É uma babá inglesa, bem arrumadinha, pronta para entrar em cena com a velha receita do controle. Em alguns minutos os pais estarão no comando, as crianças estarão calmas e obedientes e todos estarão cheios de gratidão. Entra a música melosa, os abraços em câmera lenta e as cenas dos próximos capítulos de uma famílias ainda mais problemática.

Esse tipo de programa eleva a arte de manipular os espectadores para um nível nunca antes imaginado. Para começar, a escolha de crianças incrivelmente “mal-comportadas” nos dá um certo sentimento de sucesso: “Pelo menos meus filhos – e minha capacidade enquanto pai ou mãe – não são tão ruins!” Indo direto ao ponto, essas famílias problemáticas nos fazem torcer por soluções totalitárias. Qualquer coisa para acabar com o tumulto.

Somos encorajados a acreditar que ter uma equipe de filmagem em casa não influencia como pais e filhos interagem, e para nem pensarmos sobre o tipo de família que permite que sua humilhação seja televisionada. Somos convidados a acreditar que as famílias podem ser transformadas em alguns dias e que as imagens apresentadas revelam as fantásticas qualidades da babá – e não dos editores do programa. Atualmente, várias séries dramáticas de TV, assim como algumas comédias, evitam os famosos finais felizes. As vezes o paciente morre, o bandido engana o promotor público e o mau caráter se dá bem. Porém, aqui, no reino dos programas sobre vida real, é preciso encontrar uma solução feliz antes da última cena. Talvez os programas sobre a vida real sejam os mais irreais.

Poderíamos apenas rir da implausibilidade desses programas, se eles não estivessem ensinando milhões de pais sobre como criar seus filhos. Nesse sentido, é preciso desmascarar esse falso remédio.

Vamos analisar o Supernanny americano. O programa usa uma fórmula: Jo Frost, a babá oficial e agora escritora que tem seus livros nas listas dos mais vendidos, chega, observa, faz caretas, fala o óbvio, determina uma rotina com uma série de regras e punições. Os pais tropeçam no começo mas eventualmente começam a aplicar o sistema proposto. Tudo isso resulta em contentamento e paz.

As limitações do formato do programa não tem tanta importância quanto as limitações da estrela principal. A abordagem da senhorita Frost para as crises familiares é incrivelmente simplista; seu repertório é tão pequeno que a leva a ignorar questões importantes. Em nenhum momento ela para e reflete sobre o dilema colocado para grande parte dos pais entre a necessidade de trabalhar e de cuidar das crianças ao mesmo tempo; será que a falta de espaços de qualidade e com custo baixos, onde as crianças possam ficar durante parte do dia, tem alguma coisa a ver com esse dilema? Ela nem sequer se pergunta sobre questões psicológicas. As expectativas dos pais são apropriadas para a faixa etárias dos filhos? É possível que alguma coisa mais profunda possa explicar por que os pais reagem ou deixam de reagir a seus filhos da forma que fazem? Como esses pais foram criados quando crianças?

A babá nunca vai além da superfície e suas análises são iguais para todas as famílias. O problema é sempre que os pais não são suficientemente fortes ao controlar seus filhos. Ela não tem problema nenhum com a questão do poder, desde que o poder esteja na mão dos adultos. As crianças são “o inimigo” a ser conquistado. (Em outro programa, chamado Nanny 911, o narrador avisa contra o perigo das crianças “tomarem a casa”; em um episódio as crianças são descritas como “pequenos monstros.”) Os pais aprendem a como fazer seus filhos tirarem uma soneca nesse momento. Não importa se as crianças estão cansadas ou não.

As palavras preferidas das supernanny são “técnica” e “consistência.” Primeiro, ela cria uma rotina – todos vão comer as seis da tarde por que ela disse que é assim – e as crianças recebem uma lista de regras genéricas. Ela está interessada em obediência e ordem, não em aprendizado e reflexão. Então, ao invés de ajudar uma criança a refletir sobre os efeitos de sua agressão nos outros, ela é informada que bater é “inaceitável”; razões e moralidade não entram na conversa. Depois a criança é forçada a ir para o canto do castigo. Depois, a babá ensina o pai a obrigar a criança a se desculpar. As palavras mágicas são murmuradas sob coação. Os adultos parecem felizes.

Para dar um equilíbrio, as crianças são controladas com recompensas e não só com punições. Quem não estava comendo o que (quando ou quanto) os pais gostariam, recebe um parabéns assim que começam – “Bom garoto!” para cada colherada. Claro que eles vão comer mais. Essas crianças estão tão desesperadas por aceitação que vão aceitar o reforço contingente no lugar do amor incondicional que eles realmente precisam.

A filha em um episódio está acostumada que a mãe deite do lado dela na hora de dormir. “Esqueça” diz a supernanny e a tradição é encerrada sem aviso ou explicação. Quando a menina começa a chorar, isso só prova que está tentando manipular a mãe. Mais tarde a mãe confessa: “Eu senti como se estivesse maltratando ela.” “Não desista” pede a babá e em breve as preocupações da mãe se transformam em “Está funcionando; a casa está mais silenciosa” – significando que a menina perdeu as esperanças que a mãe vai se aconchegar perto dela.

Em outro episódio, um menino está brincando com uma mangueira no jardim quando sua mãe chega e anuncia “Acabou.” O menino protesta (“Estou limpando!”) e então ela desliga a torneira. Ele fica chateado e chuta um carrinho. A supernanny com cara espantada diz: “Tudo isso só por que ela desligou a água!” Ela não faz nenhum comentário sobre a forma autoritária e desrespeitosa que provocou essa explosão. Mas também, autoritarismo e desrespeito são suas armas prediletas.

A superficialidade da supernanny não é acidental; é ideológica. Esses shows estão vendendo o “behaviorismo” ou “teoria comportamental”. O ponto principal não é criar um filho; é reforçar ou extinguir comportamentos – o que é suficiente para aqueles que, como B. F. Skinner e seus seguidores, acreditam que não passamos de uma série de comportamentos.

O behaviorismo é tão americano quanto recompensar crianças com torta de maçã. Somos um povo ocupado, com fortunas a ganhar e terras a conquistar. Não temos tempo para teorias ou complicações: gostamos de técnicas que funcionem. Se demitir milhares de empregados aumenta o preço das ações; se a imposição de um currículo padrão e emburrecedor aumenta as notas nos testes; se utilizar subornos e ameaças ajuda a fazer crianças obedecerem, então não é preciso perguntar coisas como: “Por quanto tempo isso vai funcionar? A que custo?”

Quando eu estava pesquisando para escrever um livro sobre criação de filhos, descobri pesquisas impressionantes sobre os efeitos danosos de técnicas como o “canto do castigo”, que são basicamente formas de retirada de amor. Também descobri que os pais que evitam usar controle excessivo e preferem utilizar carinho e a razão, tem mais chances de ter filhos que fazem o que eles pedem – e que crescem e se tornam pessoas responsáveis, saudáveis e com compaixão.

Se você aguentar assistir esses programas de babás, você terá uma boa lição de como não criar seus filhos. Eles nos ajudam a pensar sobre a onipresença do behaviorismo-pop e da nossa sede por soluções rápidas. A supernanny diz com sinceridade para uma dupla de pais: “Eu garanto que se vocês forem consistentes, (seu filho) vai receber sempre a mesma mensagem.”

É claro que vai! Mas que mensagem?

____

Copyright © 2005 por Alfie Kohn. Publicado no “The Nation” em 23 de Maio de 2005 e traduzido por Marcelo Michelsohn com autorização do autor.


Fonte do texto traduzido: Alfie Kohn Explica Por Que Castigos Não Funcionam  http://conexaopaisefilhos.com/2013/10/30/castigo-pessimos-conselhos-da-supernanny/ 



Ver também: NYT: Amor condicional traz obediência, mas tem um custo http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultnot/2009/09/25/ult4477u2089.jhtm


Supernanny brasileira 


Supernanny francesa 



Supernanny alemã 



Supernanny espanhola 




Supernanny norte americana 



Supernanny inglesa